Como ampliação da arte médica convencional, incorpora os conceitos da Ciência Espiritual na visão do ser humano e no processo de saúde e doença – com isso, o Homem deixa de ser tratado apenas em seu corpo físico (matéria) e passa a ser considerado como um conjunto de quatro organizações (física, vital, anímica e espiritual), todas elas importantes para um perfeito estado de saúde (assim como na gênese das doenças).
Como recursos terapêuticos, utiliza-se não só de tratamento medicamentoso, mas de outras abordagens realizadas por profissionais médicos ou de outras formações:
A terapêutica medicamentosa é realizada exclusivamente por médicos e dentistas devidamente capacitados, que prescrevem de acordo com o diagnóstico individualizado de cada paciente. Podem ser utilizadas as três farmacopéias (Alopática – sintética, físico-química; Fitoterápica – extrato, tintura mãe ou infusão, com princípios ativos definidos; Dinamizados – por via oral, tópica ou injetável) e, com essa associação, é possível uma redução ao redor de 70 % na prescrição alopática (incluindo antibióticos) com boa segurança.
O Brasil, atrás apenas da Alemanha, é o segundo país em número de Médicos Antroposóficos, havendo atualmente cerca de oito regionais em diferentes Estados oferecendo cursos de formação anuais para médicos, dentistas e farmacêuticos. (www.abmanacional.com.br)
(Por Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA (RDC) os medicamentos antroposóficos foram reconhecidos, em março de 2007, como uma categoria específica dentro dos medicamentos dinamizados, ao lado dos medicamentos homeopáticos e antihomotóxicos.)
http://www.namu.com.br/palestras/o-que-e-medicina-antroposofica